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BE critica CMG pela falta de transparência na regularização da precariedade

O Bloco de Esquerda manifesta total surpresa pela abertura dos procedimentos concursais para a regularização de precários na Câmara Municipal de Guimarães, para a contratação de cinco pessoas para a categoria de Técnico Superior, e critica a falta de transparência do executivo em todo este processo.

 

Para o Bloco de Esquerda, “não se entende a abertura destes concursos, depois do Presidente da Câmara de Guimarães ter afirmado a não existência de vínculos precários no município e a maioria PS ter rejeitado na Assembleia Municipal a moção do BE, para a criação de um programa municipal de regularização extraordinária de vínculos precários na Administração Pública (PREVPAP)”.

 

“O PREVPAP era o instrumento mais adequado para resolver estas situações, porque previa um período aberto de apresentação de candidaturas para quem entendesse não ter o vinculo adequado, bem como a criação de uma comissão de avaliação das candidaturas, composta por representantes do município e dos trabalhadores”, refere o Bloco de Esquerda em comunicado.

 

Apesar do Bloco de Esquerda reconhecer a importância da regularização da situação laboral destas cinco pessoas, “a CMG deveria esclarecer porque não permite que as pessoas possam pedir a avaliação da sua situação a uma comissão independente e decide abrir concursos apenas para um pequeno universo”. “Esta atitude da Câmara Municipal é duvidosa, uma vez que continua a não ser possível conhecer a real situação dos restantes trabalhadores municipais”, conclui o BE.