Em resposta ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda sobre a falta de macas no Hospital de Guimarães, uma vez que o prazo regimental de resposta de trinta dias estava encontra ultrapassado em 2016, o Ministério da Saúde reconhece “a necessidade de realização de obras de reabilitação do em edifício em geral” do Hospital da Senhora da Oliveira. Segundo dados oficiais da tutela, em abril de 2016 existiam 23 macas disponíveis nos serviços de urgência daquela unidade hospitalar. Após essa data, o número de macas foi reforçado em 8, devido ao pico de afluência de utentes aos serviços.
Esta unidade hospitalar é dotada de urgência geral e obstétrica/ginecológica de nível médico-cirúrgico e de urgência pediátrica de nível básico. Dá resposta a uma vasta população residente nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães e Vizela.
EM 2016, o Bloco de Esquerda questionou várias vezes o ministério da tutela para a falta de macas no serviço de urgência. Agora, o Ministério da Saúde reconhece que o espaço “é exíguo e limitativo da capacidade de reforços de equipamentos, tem restrições estruturais para responder aos picos de afluência”. Nesse sentido, a tutela adianta ao Bloco de Esquerda: “por este motivo o projeto de reabilitação da urgência já foi mapeado no âmbito do programa Norte 2020”. A concretização das obras assumem “caracter estratégico” e contará com verbas comunitárias, segundo informação do próprio ministério ao Bloco.
Para além do financiamento comunitário previsto, o Ministério da Saúde informou o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda que “já foi garantido o reforço de capital próprio, na ordem de 1 milhão e 300 mil euros. Esta verba pertence a uma fatia orçamental do próprio Estado, a executar em 2 fases. A candidatura foi submetida em agosto de 2016. O Ministério da Saúde aguarda ainda a aprovação da candidatura do projeto pela entidade gestora do programa de financiamento para a execução do projeto de reabilitação e remodelação das urgências do HNSO, em Guimarães.